8/Críticas

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Velozes e Furiosos 8: o perigo de realizar filmes cada vez maiores


Em Velozes e Furiosos 8 acompanhamos mais um filme que continua sendo de nível global (se passando em vários países do mundo) e ainda maior com suas cenas cada vez mais radicais e impossíveis (tenho um pouco de medo disso, pois a saga se sente na obrigação de fazer algo cada vez mais "louco" a cada filme e também​ cria uma alta expectativas no público). O filme anterior de "Velozes" é a 6ª maior bilheteria dos cinemas de todos os tempos e o esse filme chega às telonas com a difícil tarefa de alcançar e ultrapassar essa meta mais uma vez.


A história parte basicamente da premissa onde Dominic Toretto passa sua lua de mel tranquilamente em Cuba quando é convocado para uma nova missão. Mas o que todos não esperavam é que o protagonista trai sua família, por um motivo até então desconhecido, e atua ao lado da vilã da trama (interpretada super bem pela Charlize Theron). A razaão dessa traição causa um grande mistério durante o longa, mas essa revelação e a reviravolta final não chega a ser nada muito extraordinário, apenas "bom" (o que chama a atenção do público realmente são as alucinantes perseguições de carros).


Tyrese Gibson funciona muito bem como alívio cômico e The Rock ganha cada vez mais destaque na série. Vale ressaltar ainda que o 3D é dispensável, não fazendo muita falta nas cenas de ação. Apesar da excelente diversão, ao final ainda sentimos falta de algo bem importante que também sempre foi a cara da franquia: Paul Walker e Jordana Brewster (uma pequena homenagem ao personagem do Paul é realizada ao término da história, mas nada tão relevante assim).

O meu favorito continua sendo o sensacional filme de número 7!

Nota: 9.0.
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