8/Críticas

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Rei Arthur - A Lenda da Espada: uma verão diferente do clássico que ninguém estava pedindo!


Nessa nova versão de Rei Arthur, acompanhamos o personagem principal sendo distanciado de seus pais mortos após uma terrível batalha e sendo criado nas ruas da cidade. Após a baixa das águas, uma espada cravada em uma pedra é tentada ser tirada pelos homens da região durante anos, assim que eles atingem a fase adulta. Como já sabemos, o digno do trono Arthur, consegue a proeza de retirar a Excalibur da pedra e fica surpreso com a força mística que a envolve. A partir de então acompanhamos basicamente Arthur tentando dominar a misteriosa espada e tentando resgatar o seu lugar ao trono de seu maligno tio. 


A narrativa é montada de uma forma bem diferente, pois é contata com sutis saltos, voltando com flashbacks de anos atrás e também de horas antes, fazendo você lembrar que realmente faltava algo nesse meio tempo. Os efeitos visuais são de uma qualidade inquestionável, o 3D funciona muito bem na batalha inicial e em pontos específicos do filme, e o cuidado com os detalhes de produção são impressionantes. Como os demais filmes dessa mesma época, as cores preto, cinza e marrom dominam a tela, mas aqui Arthur sempre é bem destacado dos demais com roupas brancas e claras.
 

A revelação de onde a espada foi encravada antes dela virar a tradicional pedra é impressionantemente terrível e criativo ao mesmo tempo, e o personagem de Jude Law (o tio e atual rei) ao final se mostra ser ainda mais sem escrúpulos quando faz algo que nenhum outro vilão de histórias faria. A aventura consegue prender a atenção de uma certa forma até a primeira hora, mas perde o ritmo após enrolar com algo que não tem mais o que render depois do que já foi apresentado 

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