8/Críticas

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Kingsman: O Círculo Dourado - o filme que busca ser ainda mais grandioso do que o anterior!


Nessa continuação intitulada Kingsman - O Círculo Dourado, acompanhamos o protagonista Gary
Unwin (Taron Egerton) agora mais experiente no cargo que exerce, conciliando o trabalho com seu relacionamento sério com uma princesa e enfrentando o maior ataque à Kingsman já visto até então (consegui ficar chocado com o destino da agência logo de início). Além de realizar isso, a maluca vilã interpretada por Julianne Moore, ainda comercializa drogas com uma terrível substância que contaminam seus usuários. A motivação da vilã até que é muito boa, mas só tem um problema: já a vimos em outras histórias essa mesma ideia de liberação proposital de um vírus letal para sair lucrando com o antídoto que somente ela tem. 


Uma nova e bem interessante agência secreta é apresentada agora nesse novo longa (utilizam como fachada uma indústria de bebidas alcoólicas), ganha um grande destaque na trama, introduz bons personagens e constrói uma boa química e espírito de coleguismo entre os agentes de ambas. Essa agência ainda tem ligação com a volta do personagem de Colin Firth, que morreu anteriormente, e utilizam de um recursos de volta à vida que é absurdo demais, até mesmo para o estilo que o longa propõe. O filme continua a utilizar com maestria o humor negro do filme anterior e aposta nas absurdas cenas de ação e takes super violentos (inclusive uma das cenas lembram muito aquela que acontece no bar mostrada no primeiro longa). 


Olha, faz tempo que um filme não fazia eu sentir um frio na barriga com o excelente 3D, e dessa vez foi no maior estilo ao mostrar um teleférico caindo de uma imensa montanha nevada com um grande abismo logo ao lado (a conclusão dessa cena ainda consegue ser hilária). Preciso dizer também que eu fiquei com uma certa vergonha alheia com a participação de Elton John no papel dele mesmo na história... será precisava isso mesmo? Já a posição do presidente dos Estados Unidos perante aos fatos é muito surpreendente e algumas reviravoltas da trama, nem tanto.

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