Star Wars: Os Últimos Jedi - Temos aqui um filme muito diferente dos demais da franquia?



Que arrepio essa tradicional abertura de Star Wars nos causa ao assistir também na tela grande... é incrível! O Episódio VII, intitulado Star Wars – Os Últimos Jedi continua contando os fatos após O Despertar da Força e mostra quatro linhas narrativas que vão se colidir no ato final do longa: o acompanhamento dos planos da General Leia e a sua tropa de Rebeldes, Rey e seu encontro com o lendário Jedi Luke Skywalker, Finn e a nova personagem em busca do responsável que poderá ajudar num plano de derrota do Império, e a relação de Kylo Ren e o misterioso Snoke.


Logo no começo estava mega animado para saber as novidades e conferir o andamento das situações até então, mas logo o ânimo abaixou e assisti a um Star Wars mais sisudo e faltando aquele brilho especial do filme anterior (não me entendem aqui que não gostei, não é isso, só preciso relatar uma primeira impressão que tive). Do meio para o final, as situações vão dando ao espectador mais interesse com a revelação de alguns mistérios, duelos incríveis, mortes, e desgrudar da tela nesses momentos, vai ficando cada vez mais difícil. Acredito que esse é dos filmes da saga com mais finais trágicos para alguns personagens da história, mas ao mesmo tempo muito coeso com o rumo da narrativa (dois deles fiquei de boca aberta). 


E do que falar dos Pokémons? Aqueles bichinhos, os Porgs, que são super simpáticos e que mesmo aparecendo pouco, fazem parte da história de uma forma bem orgânica (ao contrário do que eu imaginava ao assistir o trailer). Já o ponto alto da beleza visual do filme fica de responsabilidade daquela cena do confronto em um território branco que levanta uma espécie de poeira de cor vermelha que é simplesmente deslumbrante. A extração do famoso leite azul e a aparição de um antigo e querido personagem da saga, trazem um ar gostoso de nostalgia para aqueles fervorosos fãs de Guerra nas Estrelas.

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